Faço, ou não faço???







Lanço agora um desafio: Era uma vez três vaquinhas, elas estavam presas em um cercado e estavam com fome, do outro lado da cerca tinha uma graminha muito suculenta, daquelas que dão água na boca de qualquer vaca então, obviamente, uma delas decidiu pular a cerca... Quantas vaquinhas ainda ficaram no cercado?

Temos pressa...





     Hoje eu estava passeando por dentro de uns livros e esse texto me encantou! Ora, Marta Medeiros é encantadora, mas algumas coisas escritas por ela me parecem que foram escritas por mim, de tanto que eu acredito no que foi falado!

     Se tudo é para ontem, se a vida engata uma primeira e sai em disparada, se não há mais tempo para paradas estratégicas, caímos fatalmente no vício de querer que os amores sejam igualmente resolvidos num átimo de segundo. Temos pressa para ouvir "eu te amo", não vemos a hora de que as regras de convívio fiquem estabelecidas: somos namorados, ficantes, casados, amantes? 

Mas cadê o príncipe que estava aqui??

       

        Sempre que nos deparamos com as grandes questões universais acerca da vida, um dos principais anseios humanos está centrado na busca da felicidade ou completude. Pensa-se, muitas vezes, que para ser feliz, é necessário ter alguém com quem compartilhar “a alegria, a tristeza, a saúde, a doença, até que a morte nos separe”. E que caso não se encontre essa pessoa “ideal”, estaríamos fadados ao fracasso. Ninguém deseja “ficar pra titia” ou ser o “velho babão”. Esses jargões mostram claramente o quanto a nossa cultura traz a mensagem de que estar só é uma coisa ruim.

A tal da ansiedade.



Sabe quando você experimenta um aperto no peito, se sente oprimido, com ou sem motivo aparente, seu coração pode pular do peito e parece que algo vai acontecer a qualquer momento, você transpira, tem falta de ar, tudo isso acompanhado ainda, de um “frio na barriga” (muito confundido com fome), medo do futuro, tremor e tristeza. Esse sentimento se chama ANSIEDADE.


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